1. Top 10: Casas de campo

    Quem foge das grandes cidades em busca de tranquilidade e introspecção nem sempre encontra abrigo diante das ondas do mar. Especialmente nessa época, o agito urbano costuma se transportar para o litoral, comprometendo a almejada paz. É preciso ir às montanhas, aos parques, aos pampas, enfim, ao encontro do verde. É justamente nestes cenários bucólicos que a arquitetura e a decoração encontram um dos seus estilos mais charmosos: o rústico.

  2. Nada como a quietude da mata

    Casa na cidade do Cabo esbanja integração

    Esqueça o barulho do trânsito ou de qualquer outro tipo. Pense no silêncio de uma floresta, com apenas o ruído do vento e o eventual canto de um pássaro errante. Adicione uma casa com iluminação cênica à noite e muita luz natural durante o dia, graças a grandes janelas e portas envidraçadas que vão do chão ao teto em todos os livings. Junte ainda uma grande piscina com águas esverdeadas no deck cercado por uma vasta mata. O resultado é esta morada em Bridle Road, na Cidade do Cabo, África do Sul, onde quem reina é a tranquilidade e a paz, graças a um projeto arquitetônico que soube tirar o máximo das linhas retas e do pé-direito alto.

    Localizada no alto das montanhas, a residência tem lá sua vocação de mirante, proporcionando vistas panorâmicas para a natureza do lado de fora. Moderna e elegante, a decoração do lado de dentro é inspirada no design escandinavo, com toques clean, com muito branco e poucos móveis e acessórios.

  3. Décor do dia: seguir a própria moda 
Quem acompanha a moda de perto e às vezes detém até o poder de ditar uma coisa ou outra a respeito, não consegue escapara dela na hora de decorar a própria casa. É o que acontece com a dona do loft em que fica esta sala de estar em Londres, uma blogueira fashionista. O assunto pelo qual a moradora é apaixonada aparece de maneira evidente no manequim e nos chapéus ao fundo e nos livros da moderna mesinha de centro. Mas é possível perceber a moda também nos tecidos e revestimentos dos dois sofás (um Chesterfield de couro verde é uma raridade, a propósito) e na combinação de cores vivas complementares, típica de quem não tem medo de ousar.

    Décor do dia: seguir a própria moda

    Quem acompanha a moda de perto e às vezes detém até o poder de ditar uma coisa ou outra a respeito, não consegue escapara dela na hora de decorar a própria casa. É o que acontece com a dona do loft em que fica esta sala de estar em Londres, uma blogueira fashionista. O assunto pelo qual a moradora é apaixonada aparece de maneira evidente no manequim e nos chapéus ao fundo e nos livros da moderna mesinha de centro. Mas é possível perceber a moda também nos tecidos e revestimentos dos dois sofás (um Chesterfield de couro verde é uma raridade, a propósito) e na combinação de cores vivas complementares, típica de quem não tem medo de ousar.

  4. Décor do dia: contraste e harmoniaPoucas pessoas ousariam misturar as peças presentes nesta sala de estar. A designer de interiores Joséphine Gintzburger ousou. Na casa na Borgonha, na França, os materiais rústicos contrastam com o mobiliário moderno, obras de arte e até um pesado lustre de cristais que surpreendentemente funciona na composição. Antes da reforma que o deixou com essa cara, o local era um celeiro – daí os acabamentos brutos. A decoração tem poucos elementos, mas todos eles marcantes, ainda que simples. Uma olhada prolongada para a imagem revela que, com tão pouco, às vezes, conquista-se tanto.

    Décor do dia: contraste e harmonia

    Poucas pessoas ousariam misturar as peças presentes nesta sala de estar. A designer de interiores Joséphine Gintzburger ousou. Na casa na Borgonha, na França, os materiais rústicos contrastam com o mobiliário moderno, obras de arte e até um pesado lustre de cristais que surpreendentemente funciona na composição. Antes da reforma que o deixou com essa cara, o local era um celeiro – daí os acabamentos brutos. A decoração tem poucos elementos, mas todos eles marcantes, ainda que simples. Uma olhada prolongada para a imagem revela que, com tão pouco, às vezes, conquista-se tanto.

  5. Décor do dia: uma peça híbridaDetentor de um estilo limpo e moderno, o arquiteto Charles Zana é o autor deste ambiente híbrido: ao mesmo tempo sala de jantar e cozinha. O apartamento do qual o cômodo faz parte está localizado em Tel Aviv
, em Israel. O seu interior é dominado por cores claras e elementos de madeira que tornam o espaço mais confortável e menos estéril. A decoração, ainda que minimalista, é repleta de gracejos. O grande balcão com formas orgânicas se destaca em meio ao entorno de peças puramente lineares e está mais do que bem-acompanhado, rodeado por cadeiras Wishbone, de Hans J. Wegner. Neste recinto, é possível compreender uma máxima das decorações mínimas: é preciso ter atenção aos detalhes, especialmente àqueles do acabamento. Se nada é colocado em destaque, então tudo está sob a mira do observador. Quando “menos é mais”, o mínimo é a perfeição.

    Décor do dia: uma peça híbrida

    Detentor de um estilo limpo e moderno, o arquiteto Charles Zana é o autor deste ambiente híbrido: ao mesmo tempo sala de jantar e cozinha. O apartamento do qual o cômodo faz parte está localizado em Tel Aviv

    , em Israel. O seu interior é dominado por cores claras e elementos de madeira que tornam o espaço mais confortável e menos estéril. A decoração, ainda que minimalista, é repleta de gracejos. O grande balcão com formas orgânicas se destaca em meio ao entorno de peças puramente lineares e está mais do que bem-acompanhado, rodeado por cadeiras Wishbone, de Hans J. Wegner. Neste recinto, é possível compreender uma máxima das decorações mínimas: é preciso ter atenção aos detalhes, especialmente àqueles do acabamento. Se nada é colocado em destaque, então tudo está sob a mira do observador. Quando “menos é mais”, o mínimo é a perfeição.

  6. Décor do dia: living cosmopolitaA julgar pela escolha segura dos móveis, pelos controlados toques de ousadia, e pela vista urbana do exterior, a sala de estar acima poderia estar em qualquer grande cidade do mundo. Mas está na dita capit
al dele, mais bem acabada expressão do cosmopolitismo: Nova York. Espacialmente, trata-se de um ambiente de tradição moderna: área ampla e pé-direito alto. O mobiliário segue a mesma linha, com destaque para o couro preto e os metais – tubulares nas cadeiras e retos na mesa de centro. Um ar aristocrático emerge do piano de cauda, e também da saleta azul, estrategicamente colorida para destacar as telas ali penduradas.

    Décor do dia: living cosmopolita

    A julgar pela escolha segura dos móveis, pelos controlados toques de ousadia, e pela vista urbana do exterior, a sala de estar acima poderia estar em qualquer grande cidade do mundo. Mas está na dita capit

    al dele, mais bem acabada expressão do cosmopolitismo: Nova York. Espacialmente, trata-se de um ambiente de tradição moderna: área ampla e pé-direito alto. O mobiliário segue a mesma linha, com destaque para o couro preto e os metais – tubulares nas cadeiras e retos na mesa de centro. Um ar aristocrático emerge do piano de cauda, e também da saleta azul, estrategicamente colorida para destacar as telas ali penduradas.

  7. Ofertas imperdíveis no Busque Móveis! 

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  8. Décor do dia: lareira de um século 
Vez ou outra encontramos ambientes onde um elemento se destaca tanto dos demais, que torna-se quase impossível não pensar numa decoração que gire em torno dele. Sem dúvida é o caso desta sala de estar em Gotemburgo, na Suécia, onde tudo, do tapete às luminárias, passando pelo piso e pelo sofá, se recolhe à neutralidade do branco e de outros tons claros, para fazer brilhar a grande estrela: a lareira. De azulejos verdes ricamente ornamentados, ela é um dos pouquíssimos elementos originais do apartamento – que fica dentro de um prédio construído em 1878. Tendo sobrevivido a algumas reformas ao longo de mais de 130 anos, nada mais justo que dar à chaminé o centro do palco. Ainda mais num local onde a vida sem uma dessas em casa é simplesmente inviável.

    Décor do dia: lareira de um século

    Vez ou outra encontramos ambientes onde um elemento se destaca tanto dos demais, que torna-se quase impossível não pensar numa decoração que gire em torno dele. Sem dúvida é o caso desta sala de estar em Gotemburgo, na Suécia, onde tudo, do tapete às luminárias, passando pelo piso e pelo sofá, se recolhe à neutralidade do branco e de outros tons claros, para fazer brilhar a grande estrela: a lareira. De azulejos verdes ricamente ornamentados, ela é um dos pouquíssimos elementos originais do apartamento – que fica dentro de um prédio construído em 1878. Tendo sobrevivido a algumas reformas ao longo de mais de 130 anos, nada mais justo que dar à chaminé o centro do palco. Ainda mais num local onde a vida sem uma dessas em casa é simplesmente inviável.

  9. Décor do diaApaixonados pelo mar, o marido e a mulher que dividem a casa onde fica esta sala de estar em Nova York exploram referências náuticas em toda a decoração do imóvel. Mas o fazem com discrição, à parte a escultura da parede - na verdade uma placa de um motel americano dos anos 1930 -, capaz de magnetizar um pouco além do desejável os olhos que pousam sobre o ambiente. Aqui, o oceano está no azul tranquilizador das paredes e em acessórios sobre a mesinha lateral à direita, enquanto a praia aparece na coleção de pequenos baldes que adornam simetricamente os dois cantos ao fundo. No mais, trata-se de um espaço bem resolvido cromaticamente, com vermelhos e verdes vivos pontuando a calmaria do azul (e do cinza do sofá), como legítimas criaturas do fundo do mar.

    Décor do dia

    Apaixonados pelo mar, o marido e a mulher que dividem a casa onde fica esta sala de estar em Nova York exploram referências náuticas em toda a decoração do imóvel. Mas o fazem com discrição, à parte a escultura da parede - na verdade uma placa de um motel americano dos anos 1930 -, capaz de magnetizar um pouco além do desejável os olhos que pousam sobre o ambiente. Aqui, o oceano está no azul tranquilizador das paredes e em acessórios sobre a mesinha lateral à direita, enquanto a praia aparece na coleção de pequenos baldes que adornam simetricamente os dois cantos ao fundo. No mais, trata-se de um espaço bem resolvido cromaticamente, com vermelhos e verdes vivos pontuando a calmaria do azul (e do cinza do sofá), como legítimas criaturas do fundo do mar.

  10. Décor do dia 
Espaços pequenos demandam um certo cuidado com a escolha e o posicionamento dos móveis – o risco de se terminar com um ambiente atulhado de coisas é alto. Felizmente não é o caso desta sala de estar em Estocolmo, Suécia. Numa área reduzida, a família que reside ali conseguiu juntar uma eclética seleção de peças, nos mais variados estilos. O sofá neutro ligeiramente genérico é puro conforto e contrasta com a objetividade da típica cadeira escandinava à sua esquerda. Tecidos de estampas variadas travam um alegre diálogo com o tampo da mesinha lateral. E os metais das duas luminárias que pairam sobre o cantinho atualizam a atmosfera mais conservadora (e feminina) do décor.

    Décor do dia

    Espaços pequenos demandam um certo cuidado com a escolha e o posicionamento dos móveis – o risco de se terminar com um ambiente atulhado de coisas é alto. Felizmente não é o caso desta sala de estar em Estocolmo, Suécia. Numa área reduzida, a família que reside ali conseguiu juntar uma eclética seleção de peças, nos mais variados estilos. O sofá neutro ligeiramente genérico é puro conforto e contrasta com a objetividade da típica cadeira escandinava à sua esquerda. Tecidos de estampas variadas travam um alegre diálogo com o tampo da mesinha lateral. E os metais das duas luminárias que pairam sobre o cantinho atualizam a atmosfera mais conservadora (e feminina) do décor.

  11. Décor do diaExiste ciência por trás de uma decoração minimalista. Optar por um ambiente com pouquíssimos móveis e praticamente nenhum acessório decorativo, como este living projetado por Luigi Rosselli em Sydney, Austrália, exige que as escolhas sejam precisas. Afinal, são poucos os elementos que precisam dar conta de muitas tarefas: proporcionar aconchego, trazer vivacidade à casa e ainda refl
etir a personalidade do morador. Aqui, o estilo clean dos móveis de cantos arredondados, por exemplo, passaria batido, não fosse o interessante contraste cromático estabelecido entre os sofás cinza e as poltronas amarelas. Esse toque de cor, aliado à infalível combinação geométrica em preto e branco do tapete, traz um conforto visual para quem adentra o recinto difícil de se conquistar.

    Décor do dia

    Existe ciência por trás de uma decoração minimalista. Optar por um ambiente com pouquíssimos móveis e praticamente nenhum acessório decorativo, como este living projetado por Luigi Rosselli em Sydney, Austrália, exige que as escolhas sejam precisas. Afinal, são poucos os elementos que precisam dar conta de muitas tarefas: proporcionar aconchego, trazer vivacidade à casa e ainda refl

    etir a personalidade do morador. Aqui, o estilo clean dos móveis de cantos arredondados, por exemplo, passaria batido, não fosse o interessante contraste cromático estabelecido entre os sofás cinza e as poltronas amarelas. Esse toque de cor, aliado à infalível combinação geométrica em preto e branco do tapete, traz um conforto visual para quem adentra o recinto difícil de se conquistar.

  12. Décor do diaA luminosidade e a amplidão desta sala de estar nova-iorquina assinada pela arquiteta Messana O’Rorke beiram o descomunal. Como se não bastasse o pé-direito generoso e a janela que inunda o ambiente de luz solar (e que não aparece na foto), o imóvel é dotado de uma grande claraboia no centro do living, capaz de assegurar que nenhum centímetro quadrado do espaço seja relegado à escuridão. O que pode passar despercebido é que a escolha do mobiliário e dos revestimentos também contribui para isso. Muita madeira e tons de bege próximos entre si garantem que toda a luminosidade que entra não é absorvida ou “desperdiçada” de alguma maneira.

    Décor do dia

    A luminosidade e a amplidão desta sala de estar nova-iorquina assinada pela arquiteta Messana O’Rorke beiram o descomunal. Como se não bastasse o pé-direito generoso e a janela que inunda o ambiente de luz solar (e que não aparece na foto), o imóvel é dotado de uma grande claraboia no centro do living, capaz de assegurar que nenhum centímetro quadrado do espaço seja relegado à escuridão. O que pode passar despercebido é que a escolha do mobiliário e dos revestimentos também contribui para isso. Muita madeira e tons de bege próximos entre si garantem que toda a luminosidade que entra não é absorvida ou “desperdiçada” de alguma maneira.